X Bienal de Arquitetura e Urbanismo debate Mobilidade Urbana e Cidadania.

X Bienal

No dia 2 de julho a X Bienal de Arquitetura e Urbanismo promoveu um debate sobre Mobilidade Urbana com Paula Santoro, Marco Bicalho e Renato Anelli no Centro Cultural São Paulo.

Foram apresentadas várias análises da situação atual da Mobilidade Urbana no Brasil, em especial após as manifestações contra os reajustes nas tarifas em várias cidades brasileiras.

Uma representante do Movimento Passe Livre, convidada pelo IAB SP, deu início ao debate ao apresentar suas propostas e criticar algumas das posições expressas na mesa. O debate teve forte participação da plateia.

Em uma intervenção muito oportuna, foi colocado que a palavra crise, em chinês, representa a junção de projeto e mudança, o que pode ser muito adequado ao momento que vivemos. Nele, as tensões acumuladas e agravadas em muitos anos, explodiram. Uma crise que significa uma oportunidade de mudança, ainda que não saibamos para qual direção?

A X Bienal aponta um caminho já no seu formato, distribuído em vários locais conectados por meios de transportes de massa.

Sugere aos visitantes, que vivenciem a experiência do metrô, do trem, do ônibus, da ciclovia para conhecer todas as exposições da mostra.

Um manifesto em prol da cidade e da vida urbana, inteiramente compatível com a reivindicação da universalização do direito ao acesso à cidade.

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Copa e Mobilidade Urbana: o pulso ainda pulsa!

Depois que tudo parecia estabilizado e os temas de mobilidade urbana para Copa 2014 em SP pareciam definidos, os movimentos destes últimos dias mostraram que o “pulso ainda pulsa”.
Por isso decidimos retomar o blog para pensarmos este momento especial que o país está vivendo, no qual as cidades e os serviços públicos estão no centro das atenções.
Convidamos os novos visitantes a conhecerem os posts mais antigos.
Quando começamos as coisas ainda não estavam definidas, por isso se pode acompanhar o caminho lento de investigações do que poderia acontecer. Uma boa trama para quem está se introduzindo ao tema.

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Para evitar caos no deslocamento para Itaquera, SP só terá jogos diurnos na Copa

A Fifa divulgou nesta quinta-feira os horários dos jogos da Copa do Mundo de 2014. Todas as partidas previstas para o estádio de Itaquera, sede do Mundial em São Paulo, foram marcadas para o período da tarde, com horários entre 13h e 17h. Com a medida, o deslocamento dos torcedores rumo à arena não coincidirá, na maioria dos jogos, com o horário de pico (fim de tarde e começo de noite) do movimento de moradores da região na volta do trabalho, que normalmente resulta em congestionamentos na Radial Leste, principal via de acesso do centro da cidade ao bairro, e superlotação nos trens das linhas 3-Vermelha do Metrô e 11-Coral da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

A própria Fifa informou que usou a logística da torcida como um dos critérios para a definição dos horários. Em outras cidades, haverá jogos às 18h, às 19h e às 21h. Se o mesmo acontecesse em São Paulo, os problemas de mobilidade seriam maiores.

Dos seis jogos marcados para Itaquera, quatro acontecerão em dias úteis e dois em feriados regulares. A primeira partida será a abertura da Copa, com a participação da seleção brasileira, às 17h de 12 de junho de 2014, uma quinta-feira, o que deve levar à decretação de um feriado excepcional em São Paulo.

Das outras três partidas previstas para dias úteis, duas estão marcadas para as 13h, horário de movimento menos intenso rumo ao bairro. O deslocamento para o estádio poderá ser mais difícil no jogo válido pela primeira fase marcado para as 17h de 26 de junho, outra quinta-feira. Neste caso, a ida dos torcedores acontecerá em um horário no qual o fluxo cotidiano no sentido do extremo leste já é maior.

Somente em dezembro de 2013 serão sorteados os grupos da Copa, o que definirá as equipes envolvidas nos jogos.

Clique aqui para ver o calendário divulgado pela Fifa.

Abaixo o calendário da Copa do Mundo de 2014 em São Paulo:

12/6, quinta-feira, 17h, abertura com a participação da seleção brasileira

19/6, quinta-feira, 16h, feriado de Corpus Christi, jogo da primeira fase

23/6, segunda-feira, 13h, jogo da primeira fase

26/6, quinta-feira, 17h, jogo da primeira fase

1º/7, terça-feira, 13h, jogo das oitavas-de-final

9/7, quarta-feira, 17h, feriado estadual (Revolução Constitucionalista), jogo das semifinais (com chance de participação da seleção brasileira)

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Obras viárias de Itaquera só ficarão prontas às vésperas da Copa

O governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo anunciaram nos últimos dias medidas para realizar obras de mobilidade na Zona Leste, especialmente na região de Itaquera, local de abertura da Copa do Mundo de 2014. A maior parte das obras já estava prevista, mas, às vésperas das eleições municipais, o poder público voltou a destacar as ações. Quando o governador Geraldo Alckmin e o prefeito Gilberto Kassab assinaram o convênio para as melhorias viárias em abril do ano passado, a previsão era de que as obras ficassem prontas até junho de 2013 (relembre aqui). No entanto, a menos de dois anos para o Mundial, os trabalhos ainda não começaram. Seu início agora é prometido para setembro e sua conclusão para maio de 2014, praticamente no limite necessário para a Copa, cujo início está marcado para 12 de junho daquele ano.

Entre outras obras, o pacote inclui duas novas avenidas e alças de ligação entre as avenidas Radial Leste e Jacu-Pêssego. A intenção é melhorar a circulação de veículos em torno do futuro estádio do Corinthians e do futuro Polo Institucional de Itaquera (conheça aqui o projeto do Polo), além de facilitar o acesso da região ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Para que as mudanças sejam implantadas, a Prefeitura removerá moradores de Itaquera. Os recursos aplicados pelas administrações municipal e estadual somarão R$ 478,2 milhões.

Em relação ao Metrô, o governador Geraldo Alckmin havia afirmado na última quinta-feira que o edital da linha 15-Branca será lançado na próxima sexta. Extensão da linha 2-Verde, a 15-Branca deve ter 13 quilômetros de extensão e 17 estações, ligando a Vila Prudente à rodovia Presidente Dutra e conectando-se à linha 3-Vermelha na estação Penha. Alckmin prometeu que as obras do primeiro trecho, entre a Vila Prudente e o Jardim Anália Franco, terão início em 2013. A obra tem grande importância para a Zona Leste – só no primeiro trecho, o Metrô prevê um movimento de 1,1 milhão de passageiros por dia -, mas não ficará pronta até a Copa.

Leia aqui reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, com mapa, sobre as obras viárias.

Confira aqui o informe do governo estadual sobre a linha 15-Branca do Metrô.

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Consórcio do escritório Jorge Wilheim vence licitação para o plano da Operação Rio Verde-Jacu

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano concluiu a licitação para o plano e os estudos da Operação Urbana Rio Verde-Jacu, na região de Itaquera. O consórcio vencedor da concorrência internacional foi o CDIW, composto pelo escritório do arquiteto e urbanista Jorge Wilheim, pelo escritório basco Idom, pela Diagonal Empreendimentos e pela Consult Soluções Patrimoniais. Wilheim foi secretário municipal de Planejamento nas gestões Mario Covas (1983-1985) e Marta Suplicy (2001-2004). O contrato com o consórcio será assinado depois que a Prefeitura de São Paulo homologar a licitação.

Os objetivos da Operação Urbana Rio Verde-Jacu são incrementar a atividade econômica da região e promover, no longo prazo, a renovação urbana do entorno da avenida Jacu Pêssego (via que liga a rodovia Ayrton Senna, ao norte, à região do ABC, ao sul), aproveitando a proximidade com o futuro Polo Institucional de Itaquera. Também há a intenção de aumentar a quantidade de parques e áreas verdes na região.

Com base nas diretrizes formuladas pela secretaria, o consórcio desenvolverá com as equipes técnicas da Prefeitura o plano urbanístico da operação. Além disso, terá de produzir estudos econômicos, de impacto ambiental, de capacidade de suporte da infraestrutura de circulação e um plano de comunicação.

Mooca/Vila Carioca e Lapa/Brás

As licitações de outras duas operações urbanas que envolvem a Zona Leste também foram concluídas. O consórcio CMVC venceu a concorrência para participar da operação Mooca/Vila Carioca. Ele é composto pelo escritório do arquiteto e urbanista uruguaio Hector Vigliecca, pelo escritório Astoc, da Alemanha, pela Walm Engenharia e Tecnologia Ambiental e pela Contacto Consultores Associados.

O contrato com a prefeitura será assinado neste mês. O consórcio terá de concluir os estudos e obter os licenciamentos da operação em um prazo de sete meses. Os principais objetivos dessa operação são promover a renovação urbana de uma região de forte tradição industrial e melhorar as conexões viárias entre as áreas a leste e a oeste da ferrovia (linha 10-Turquesa da CPTM).

A licitação da Operação Urbana Lapa/Brás ficou sem vencedor. O único consórcio que permanecia na concorrência acabou desclassificado, embora ainda tenha direito a recurso. Trata-se da parceria entre a norte-americana AECOM e pela empresa de engenharia CNEC, de origem brasileira e adquirida pelo grupo australiano Worley Parsons.

Esta operação prevê que as linhas da CPTM implantadas em superfície no eixo Leste-Oeste da cidade passem a ser subterrâneas e que os trilhos atuais sejam substituídos por uma via-parque, o que permitiria a demolição do elevado Costa e Silva, o Minhocão.

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Estação perto para quê?

A estação Corinthians-Itaquera do Metrô ficará fechada ao final dos jogos no futuro estádio do Corinthians. É o que avisa o diretor de planejamento do Metrô, Mauro Biazotti, de acordo com reportagem publicada nesta sexta-feira pela Folha de S.Paulo (leia aqui). Trata-se, segundo Biazotti, de uma medida de segurança recomendada pela Polícia Militar de São Paulo em virtude do grande fluxo de público esperado para essas ocasiões.

O mesmo valerá para a estação Morumbi, da futura linha 17-Ouro, próxima ao estádio do São Paulo. As estações também serão fechadas nas saídas de shows realizados nos estádios. Os interessados em utilizar o transporte sobre trilhos na saída de jogos ou shows terão de caminhar até uma estação mais distante. Ainda segundo Biazotti, antes dos eventos, as estações funcionarão normalmente porque o fluxo em direção ao estádio é diluído.

No caso de Itaquera, o fechamento da estação ameaça anular a decantada facilidade de acesso por metrô e trem ao estádio a ser usado na Copa do Mundo de 2014. Se não é capaz de executar um esquema de segurança que permita a utilização de estações vizinhas a estádios na saída de competições e espetáculos, a administração pública desvaloriza o papel do transporte coletivo e acaba por incentivar a utilização do automóvel.

Atualização

Depois da publicação da notícia pela Folha de S.Paulo, o Metrô recuou e publicou a nota abaixo em seu portal na internet.

“Diferente do que foi publicado nesta sexta feira, 01/06, no jornal Folha de S. Paulo, a Estação Corínthians-Itaquera não fechará em dias de jogos. Suas dimensões e distância do futuro estádio “Itaquerão” são suficientes para atender com segurança a demanda de usuários prevista para os eventos.

A estratégia de fechamento de estações do Metrô em grandes concentrações, como em eventos na Avenida Paulista, atende a recomendações da Polícia Militar para assegurar a melhor diluição do fluxo de pessoas e garantir a segurança dos usuários.”

 

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O acidente no metrô desta semana foi na linha que servirá os jogos da Copa em São Paulo

Acompanhando a imprensa paulista, até parece que a crise no sistema de transportes sobre trilhos em São Paulo não terá nenhum impacto sobre a Copa de 2014 em São Paulo.
O acidente ocorrido nesta semana foi na linha Leste Oeste, aquela que deverá levar a maior parte dos torcedores para a Arena de Itaquera durante (e também depois) da Copa. Além do sofrimento dos passageiros usuais da linha mais carregada de São Paulo, a escalada de problemas de mobilidade urbana acentua ainda mais as preocupações com a Copa.
Confirma-se a impressão de que São Paulo (e a região de Itaquera, em especial) não ganhará nada em melhorias de infraestrutura de mobilidade de massas em razão da Copa.

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Metrô começa a testar sistema que aumenta capacidade de transporte

O Metrô de São Paulo começa a testar neste domingo, 22, um sistema que permite a redução do intervalo entre os trens. Trata-se do CTBC (Controle de Trens Baseado em Comunicação), usado em linhas de metrô em Londres, Paris e Nova York. De acordo com a Companhia do Metrô, a diminuição do intervalo entre as composições elevaria em cerca de 20% a capacidade de transporte da rede.

Neste semestre, os testes serão feitos, sempre aos domingos e feriados, na linha 2-Verde (Vila Madalena-Vila Prudente) e acarretarão o fechamento de trechos ou até mesmo da linha inteira em determinados períodos. Nesses horários de interrupção, a opção para os usuários será utilizar ônibus municipais gratuitos com itinerários similares ao trajeto da linha de metrô.

As outras linhas do Metrô de São Paulo também terão de passar pelos testes, inclusive a 3-Vermelha (Leste-Oeste), a mais movimentada da rede e que dá acesso ao futuro estádio do Corinthians, em Itaquera (Zona Leste), palco da abertura e de outros cinco jogos da Copa do Mundo de 2014.

Reduzir o intervalo entre os trens é a única promessa do governo estadual para melhorar o acesso a Itaquera por transportes sobre trilhos até a Copa – além do Metrô, a região é servida pela linha 11-Coral da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). Para conseguir a redução do intervalo, o Metrô, além de implantar o CTBC, está investindo na renovação da frota – a Companhia do Metrô informa que está aplicando R$ 1,75 bilhão na modernização dos trens.

Sem dúvida, a redução do intervalo entre os trens, se concretizada, será um ganho para os usuários do Metrô de São Paulo, bem como a utilização de trens novos e mais confortáveis. Na linha 3-Vermelha, cujos trens e plataformas ficam superlotados nos horários de pico, a medida é mais do que necessária.

Porém, ao optar por este único investimento no curto prazo, o governo estadual acaba por acentuar a prevalência do corredor formado pela avenida Radial Leste e pelas linhas 3-Vermelha (Metrô) e 11-Coral (CPTM), que correm em paralelo. Alimentado por uma grande quantidade de vias perpendiculares e de linhas de ônibus, o corredor é o grande eixo de confluência da Zona Leste e de ligação desta região com o centro da cidade. Trata-se de uma configuração saturada, caracterizada pela superlotação dos sistemas sobre trilhos e pelo trânsito congestionado.

Um projeto sobre trilhos que deve minimizar esses problemas é o da linha 15-Branca do Metrô, prevista para ligar o bairro de Vila Prudente à divisa do município de Guarulhos, conectando-se à linha 3-Vermelha na estação Penha. Ao cruzar bairros como Água Rasa, Vila Formosa e Aricanduva, a linha representaria uma alternativa ao corredor existente, inclusive em relação ao acesso ao estádio de Itaquera, sobretudo para quem parte das Zonas Sul e Oeste de São Paulo. Em 2011, o Metrô começou a fazer as sondagens de subsolo necessárias para a construção da linha Branca. No entanto, as obras ainda não foram iniciadas, e a implantação da linha só deverá acontecer depois de 2014.

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Caindo na real: o desafio de fazer o mínimo necessário até 2014

Nesta semana várias notícias confirmaram os principais pontos que temos discutido aqui neste blog.

Será mesmo impossível realizar grandes incrementos nos sistemas de mobilidade urbana até a Copa. A notícia da antecipação das férias escolares veio se somar aos feriados nos dias de jogos, estratégia já divulgada em outubro.

Por outro lado, o modo de desocupação das áreas necessárias às obras resultou em protestos contundentes. Dois aspectos de um mesmo processo que indica que teremos poucos ganhos urbanísticos com a Copa de 2014.

A discussão pública sobre a antecipação das férias escolares em função da Copa chega a ter certo cinismo ao responsabilizar apenas a esfera federal por essa situação. No caso de São Paulo o governo do estado já havia se manifestado no começo de 2011, dizendo que não haveria necessidade de ampliar a capacidade das linhas que servem Itaquera (Jornal da Tarde, 14/02/2011).

Como se não fosse uma boa oportunidade para reduzir o carregamento de 10,9 passageiros por m2 da linha 3 do Metrô.

Um balanço realizado pela Globo mostra que todas as obras de mobilidade urbana nas cidades que receberão a Copa das Confederações estão com problemas e não há garantias que ficarão prontas para 2013. Também ocorrem reações populares contra as desocupações em várias delas.

Federação, estados e municípios certamente compartilham as responsabilidades.

No entanto, eventos com público equivalente ao da Copa não são estranhos e já estamos acostumados a experimentar confusões memoráveis nos transportes. Basta lembrar o caos no acesso ao último Rock in Rio ou os tempos de espera para sair do Morumbi em noites de shows.

Então, o que pega de especial na Copa?

Seria bom se tivéssemos melhorias urbanas como as que foram feitas nas cidades de vários países que promoveram copas e olimpíadas. Mas vamos ter de nos conformar que nada mudará muito até 2014.

Os torcedores chegarão aos estádios graças aos ônibus VIP fretados, feriados ou férias escolares. E depois dos jogos, o pessoal de Itaquera continuará espremido dentro dos vagões, pelo visto, ainda por muitos anos.

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A dois anos e meio da Copa, projetos de mobilidade ainda estão no papel

Reportagem publicada nesta terça-feira pelo Portal 2014 apresenta um panorama dos projetos de mobilidade relacionados à Copa do Mundo em São Paulo. Faltam dois anos e meio para o início do Mundial, e ainda não há data para o lançamento da licitação das obras viárias previstas na região de Itaquera. No transporte público, a promessa é investir na modernização dos sistemas de trens e metrô para reduzir o tempo do percurso entre o Centro e o extremo da Zona Leste da cidade.

Clique aqui para ler a reportagem do Portal 2014.

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